OUVI DIZER QUE A VIDA É BOA

APRESENTAÇÃO

Ouvi dizer que a vida é boa é a nova montagem da Cia Dramática de Comédia que está celebrando em 2018, 24 anos de atividade. O espetáculo estreou no dia 7 de junho na Arena do Espaço SESC Copacabana tendo cumprido temporada de sucesso de público e crítica, durante 4 (quatro) semanas. Com texto original e direção de João Batista, Ouvi dizer que a vida é boa tr traz a atriz Carol Machado no papel da protagonista.A bem sucedida temporada realizada no SESC Copacabana mostrou o alcance da montagem e o quanto esta se comunica com a platéia de diferentes idades ao abordar de forma simples e bem-humorada mas também contundente, temas como a passagem do tempo ou o constante adiamento de decisões e realizações de desejos devido a questões e pressões do do cotidiano

 

SINOPSE

Em algum lugar no interior do Brasil, uma menina, filha de família humilde, cresce cercada de cuidados. Não se afasta de casa, não vai a festinhas, passeios... Ouve relatos empolgados das amigas sobre lugares divertidos, festas, etc. Sem saber que isso se tornará uma dolorosa regra em sua vida: saber das coisas por ouvir falar, “conhecer” lugares apenas através do relato de terceiros. E assim o tempo vai passando. A vida vai passando.  A menina torna-se uma moça. Um belo dia, é pedida em casamento por um amigo de seu irmão que frequenta a casa e que está prestes a se mudar para o Rio de Janei Janeiro, onde arranjou um emprego. Ela, que já “ouviu falar” das praias do Rio de Janeiro, sonha em ver o mar e... aceita se casar, mais pela possibilidade de mudança que por amor. Os dois vão morar no subúrbio do Rio. Ele trabalha como porteiro na Zona Sul e promete levá-la para conhecer as praias, o mar... E assim o tempo vai passando. A vida vai passando. Ela engravida, tem um filho, depois uma filha...e  acaba não indo “ver o mar”. Primeiro por estar grávida, depois por ter bebe pequeno, depois por estar grávida de novo, depois por ter outro bebe pequeno. Quem sabe quando as crianças e estiverem maiores? E assim, o tempo vai passando. A vida vai passando. Tempos depois, já mais velha,  filhos crescidos, ela “se lembra” que “se esqueceu” de  ver o mar, que “se esqueceu” de si mesma; passou a vida sabendo de tudo por “ouvir falar”. SINOPSE

FICHA TÉCNICA


Texto e direção: João Batista


Intérpretes-criadores: Carol Machado, Ana Moura, Cleiton Rasga,

Giselda Mauler, Lucas Miranda, Luciano Moreira e Sonia Praça.

Trilha Sonora Original: Marcelo Alonso Neves
 

Letras das músicas: João Batista
 

Figurino: Mauro Leite
 

Cenário: Doris Rollemberg
 

Iluminação: Renato Machado
 

Identidade Visual: Leonardo Konther
 

Fotografia: Rai Junior
 

Direção de Produção: Bruno Mariozz
 

Produção: Palavra Z Produções Culturais
 

Idealização: Companhia Dramática de Comédia

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JOÃO LEITE - TEXTO e DIREÇÃO

Fundador da Companhia Dramática de Comédia que em 2018 completa 24 anos de trabalho. Responsável juntamente com Luiz Fernando Lobo (Companhia Ensaio Aberto) pela curadoria e dramaturgia da exposição QUE TEMPOS SÃO ESSES – UM ANO COM BRECHT realizada na Sala A do CCBB em setembro de 2016. Responsável pela Direção Artística e Curadoria do Projeto intitulado VEJA A CENA, OUÇA A CANÇÃO, vencedor do Edital de Ocupação do Teatro Dulcina (FUNARJ) e que ocupou o teatro no período abril/ julho de 2014 com peças adultas e infantis, leituras dramatizadas, cursos e palestras sobre teatro musical com nomes como Tânia Brandão, Suely Guerra, Marcelo Alonso Neves e Luiz Fernando Lobo. Seu mais recente trabalho como autor foi o musical LAPINHA , estrelado por Isabel Fillardis ( músicas de Wladimir Pinheiro e direção de Édio Nunes e Vilma Mello) que estreou no Teatro Clara Nunes (2014). Diretor e autor do musical QUANDO A GENTE AMA com sambas e canções de Arlindo Cruz, que cumpriu temporada de sucesso nos Teatros SESC Ginástico, João Caetano e Dulcina (2013/2014). Além destes, seus mais recentes trabalhos como autor e/ou diretor foram: MÚSICA NO AR (roteiro e direção) no Teatro Dulcina (2014); CHAGALL – O POETA COM ASAS DE PINTOR de Eduardo Rieche (direção) no Centro Cultural do Banco do Brasil (2012); LEONEL PÉ-DE-VENTO musical infanto-juvenil de Jair Giacomini e Tarcísio Puiati com músicas originais de Paula Leal (direção) no Oi Futuro Flamengo (2011), indicado ao Premio Zilka Salaberry nas categorias Música e Cenário; BARTLEBY, O ESCRITURARIO (adaptação e direção) na Casa de Cultura Laura Alvim (2011); A CAOLHA (texto e direção) no Teatro Municipal do Jockey (2010); o musical infanto-juvenil A HISTORIA DE ROMEU E JULIETA (texto e direção) no Teatro Oi Futuro Flamengo (2008/2009) e Oi Futuro Ipanema (2010); O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO adaptação do conto homônimo de João do Rio (texto e direção) no Teatro Café Pequeno (espetáculo incluído na lista de DEZ MELHORES ESPETÁCULOS DO ANO do jornal O GLOBO e indicado para o Prêmio Shell 2008 na categoria “MÚSICA” (de Marcelo Alonso Neves) e CAIA NA GANDAIA, musical infanto-juvenil em homenagem às chanchadas da Atlântida realizado no Teatro II do Centro Cultural Banco do Basil (2004) . Entre seus principais trabalhos como dramaturgo e adaptador estão: UM CÉU DE ASFALTO (1991) – textos de Brecht e músicas de Kurt Weill – espetáculo que deu a indicação a Sérgio Britto para o Prêmio Shell de Melhor Ator, apresentado no Centro Cultural Banco do Brasil; GORKI – ESBOÇO DRAMÁTICO EM 1 ATO (1992), de obras de Máximo Gorki. O CEMITÉRIO DOS VIVOS (1993) – adaptação do “Diário do Hospício” de Lima Barreto – espetáculo itinerante apresentado no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (Praia Vermelha); JOÃO E ROSA (2000) – adaptação do conto “Puro Amor” de João do Rio – Centro de Artes Hélio Oiticica. Os três espetáculos foram dirigidos por Luiz Fernando Lobo. Como diretor e autor, destacam-se ainda as montagens realizadas com seu grupo, a Companhia Dramática de Comédia, direcionados ao público infanto-juvenil. Foram quatro adaptações de clássicos de comédia: A INCRÍVEL HISTÓRIA DO HOMEM QUE BEBIA XIXI (1994) adaptação de “O Médico Volante” de Moliere – Premio Coca-Cola de Melhor Figurino ; VOLPONE – O MORTO MAIS VIVO DO MUNDO (1995), adaptação de “Volpone” de Bem Jonson – Prêmio Mambembe de Melhor Atriz para Sonia Praça ; ESCONDE – ESCONDE (1996), adaptação de “Judas em Sábado de Aleluia” de Martins Penna – Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e Melhor Figurino, indicação aos Prêmios Coca-Cola de Melhor Diretor, Melhor Espetáculo e Iluminação - e E-PA-MI-NON-DAS (1997), adptação de conto homônimo de Arthur Azevedo- Prêmio Coca-Cola de Melhor Figurino. E em 2002, O MUNDO É GRANDE, texto inédito de sua autoria, no Teatro Glória – Prêmio Maria Clara Machado de Melhor Ator para Nando Cunha . Esses espetáculos deram à Companhia Dramática de Comédia um total de 21 indicações e 7 prêmios. Foi professor de Interpretação na CATSAPÁ ESCOLA DE MUSICAIS (RJ) no período 2012/ 1996. Atualmente é professor de Interpretação no Instituto CAL e no Curso Prático de Teatro do Armazém da Utopia (Armazém 6 do Cais do Porto) da Cia Ensaio Aberto e ministra cursos livres de Teatro Musical.

 

CAROL MACHADO - ATRIZ e PROTAGONISTA

Atriz e Acrobata aérea, Licenciada em Dança na Faculdade Angel Vianna.    Preparadora e pesquisadora do corpo, Carol é professora de Acrobacia aérea,Yoga e Gestos aéreos.    A Comédia Del’ Art, o estudo da Dramaturgia Teatral Universal e de seus grandes autores, o Butoh, o jogo da máscara, acrobacia aérea, o Clown, são algumas vivências iniciais e definidoras de sua principal formação como artista.    Começou profissionalmente aos 12 anos no teatro com o "Menino Maluquinho" direção de Demétrio NiIcolau. De lá para cá esteve em vários espetáculos teatrais como: "O Atheneo" direção Carlos Wilson, "Confissões de Adolescente" direção Domingos de Oliveira e foi a Anne Frank em  "O Diário de Anne Frank" em uma co-produção holandesa com a Anne Frank House.    Escreveu e atuou em "Duas Mãos" com direção de Demétrio Nicolau, com o qual foi indicada como Atriz e Autora nos Prêmios Shell e Coca –Cola. E sua segunda versão "Duas Mãos, a espera" direção de Márcio Líbar, foi a Esmeraldina de" Arlequim servidor de dois patrões" com direção de Luiz Arthur Nunes e o acrobático e intelectual macaco Alan da " A Turma do Pererê" com direção Tim Rescala.     Ganhou o Prêmio Zilka Sallaberry de Melhor Atriz de 2007 com a personagem Branca Maluca de "Êta Seu Bonequeiro" direção Gamba Jr, com a Companhia de Acrobacia Aérea Nós Nos Nós .  Atuou em "O homem da Cabeça de Papelão " de João do Rio com direção de João Batista e ainda "Caidaça" em 2008.    Entre 2009 e 2010 atuou em "Mistério Bufo" de Maiákovski com direção de Claudio Baltar e Fabio Ferreira, seguindo com os mesmos, o trabalho da Cia Bufo Mecânica que em 2011 apresentou o projeto “Ricardo III: Penso Ver o que Escuto” e em maio de 2012 esteve com “Two Roses for Richard” dentro do World Shakespeare Festival em Londres e StratfordUpon-Ave, Inglaterra.    Participou de criações de textos literários para o teatro como o projeto “Na Praia” e o espetáculo “Casa 27”. Recentemente (2013) apresentou a criação coletiva “Zumbi, um sonho de revolução” para o Leicester Dance Festival também na Inglaterra. Em 2014 participou do processo de criação

GALERIA DE FOTOS

Créditos: Rai Junior

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Créditos: Rai Junior

IMPRENSA

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TÉCNICA

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