A PEQUENA VENDEDORA DE FÓSFORO

APRESENTAÇÃO

 

Em 2012 ganhamos o Prêmio Montagem Cênica, uma parceria da Secretaria de Cultura com a Petrobrás, o que nos possibilitou a montagem do espetáculo A Pequena Vendedora de Fósforos. Estreamos no Teatro Oi Futuro Ipanema, em setembro de 2012,

onde cumprimos uma temporada de dois meses, com sucesso de público e de crítica. Em seguida, em novembro, nos apresentamos por mais três semanas no Teatro Dulcina, também no Rio de Janeiro. Em novembro de 2013, reestreamos no Teatro Maria Clara Machado, como Patrocínio da Unimed. 

A Pequena Vendedora de Fósforos é um dos textos mais populares de Andersen e pouco montado no Brasil. No exterior já recebeu diversas montagens tanto para crianças quanto para adultos. Estimulados por esse ineditismo e pelos temas abordados resolvemos trazer este texto para o publico infantil, que conta com a adaptação de Denise Crispun e direção de Lúcia Coelho, ambas com vasta experiência com o teatro infantil.
Esta é a história de uma menina que, para sobreviver, ajuda sua família, vendendo fósforos. Num dia frio, de uma noite de Natal, ela acende um dos palitos para aquecer seu corpo e quem sabe,também sua alma. Cada fósforo que acende faz com que ela se depare com a vida que nunca teve: brinquedos, uma bela refeição, a presença de uma família, até o último fósforo, que traz de volta o desejo de rever a sua querida avó, já falecida.
Na ficha técnica estão ainda: Carlos Alberto Nunes, Ney Madeira, Marcelo Alonso Neves, Djalma Amaral, e no elenco, Dayse Pozato (Vendedora), Nedira Campos e Paulo Trajano, que se revezam em diferentes papéis. O cenário, todo de papel, consegue trabalhar com a cor e com a falta dela, fazendo o contraponto imaginação/sonho; o desenho de luz compõe todo o ambiente, ora branco, ora colorido e o espetáculo é pontuado pelo som de um acordeon que passeia pelas cenas e dialoga com elas. A música é tocada ao vivo em uma trilha musical originalmente composta para o espetáculo. Através do olhar de diferentes artistas, recria-se o conto de Andersen, sem perder as imagens que ele evoca e o lirismo de sua história.

 


OBJETIVO
 

A Pequena Vendedora de Fósforos, de Hans Christian Andersen, fala de desejos, escolhas, vida e morte, temas pouco explorados no teatro, especialmente para o publico infantil. A poesia dos contos de Andersen e o impacto visual evocam uma teatralidade surpreendente. Este conto já recebeu inúmeras montagens no exterior, incluindo monólogos e adaptação para adultos, no Brasil é praticamente inédito.

 

Apesar de o público alvo ser de crianças acreditamos que este é um espetáculo que irá atingir toda a família. É para crianças de 3 a 103 anos. Nós acreditamos em idéias, e boas idéias atingem todas as pessoas, independente da idade.

 

Temos como objetivo manter sempre viva a memória de um dos maiores escritores de todos os tempos; trazer à cena uma história pouco montada no Brasil; evocar temas pouco abordados, apresentados de forma lúdica e leve, criando assim o grande diferencial desta adaptação e montagem - Denise Crispun traz à sua adaptação o humor e a leveza, característicos em seu trabalho, que casa com o direcionamento sensível e criativo, pelas mãos da mestra Lúcia Coelho. Assim como toda a ficha técnica que vem trazendo cada vez mais qualidade para o teatro infantil

 

Estamos felizes em ter a oportunidade de se fazer uma adaptação de um texto tão popular e universal e dessa forma aproximar cada vez mais teatro e platéia.

 

Esperamos contribuir para um teatro infantil de qualidade artistica , que possa fomentar nas crianças a relação com o teatro e as artes em geral, resgatando um conto pouco conhecido de Hans Christian Andersen.

JUSTIFICATIVA

As histórias de Andersen sempre povoaram o imaginário infantil e pode-se dizer que são profundamente importantes na formação ética e cultural de muitas gerações. Através desse texto temos a possibilidade de tratar de temas universais, como a solidariedade, o amor e a justiça social, ou que ainda são considerados tabus, como a morte. Em uma época em que o mundo nos põe permanentemente à prova e onde a infância é dominada por valores ligados ao consumo, acreditamos ser de grande importância para a sociedade que, através da arte, possamos entrar em contato com um texto centenário

- mas que continua extremamente atual - e falar de temas que tocam o coração e nos fazem entrar em contato com dimensões diferentes e fundamentais da vida. Tudo apresentado de forma lúdica, leve e criativa, com lirismo e humor, como temos visto nos trabalhos de Denise Crispun, a cargo desta adaptação, e nos espetáculos dirigidos por Lúcia Coelho.

 

Apesar da popularidade de Andersen, A Pequena Vendedora de Fósforos é um texto praticamente inédito no Brasil. Sua montagem nos possibilita manter viva a memória de um dos grandes ícones da literatura ocidental e de fundamental importância para a formação de nossas crianças, em valores universais.

 

Em 2012 ganhamos o Prêmio Montagem Cênica e estreamos no Oi Futuro Ipanema, onde fizemos uma bem sucedida temporada de dois meses e em seguida, ficamos em cartaz durante 3 semanas no Teatro Dulcina. Em 2013 tivemos a chance de reestrear, no Teatro Maria Clara Machado, na Gávea, onde cumprimos temporada de 1 mês, através do Patrocínio dado pela Unimed. Mais uma vez o espetáculo foi um sucesso, de mídia e de público. Queremos continuar com essa linda temporada no Rio de Janeiro e ainda poder levar o espetáculo para outras platéias Brasil afora.

FICHA TÉCNICA

Idealização: Dayse Pozato

Texto: Hans Christian Andersen

Adaptação: Denise Crispun

Direção: Lúcia Coelho

Cenografia: Carlos Alberto Nunes

Cenário: Ney Madeira

Iluminação: Djalma Amaral

Musicas: Marcelo Allonso Neves 

Elenco: Dayse Pozato

               Jacyan Castilho

               Alexandre David

               Joana Araujo (acordeon)

Direção de Produção: Bruno Mariozz

Produção: Palavra Z

CURRÍCULOS

LÚCIA COELHO  - DIREÇÃO

Lucia acumula sete Prêmios Mambembe como Melhor Autor, Melhor Direção, Melhor Produção e como Personalidade. Ganhadora do Prêmio Molière, pelo Conjunto da Obra. Recebe oito vezes o Troféu Inacen, sempre com a categoria Melhor Espetáculo, e o Prêmio Coca Cola de Teatro Jovem. Em 2004 ganha o Prêmio Ventoforte, como uma Homenagem Especial pelo Conjunto de Obras e o Prêmio CBTIJ pelo trabalho social desenvolvido na Spetaculu. Em 2007, com o espetáculo O Ovo de Colombo, ganha o Prêmio Zilka Salaberry, na categoria Especial. Lucia também escreveu e dirigiu vários Prêmios de teatro voltados para a criança. Foi jurada do Prêmio Coca Cola de Teatro Jovem de 1990 a 1992 e do Prêmio Molière, em 1991. Foi júri do Concurso de Dramaturgia do Ministério da Cultura e da Funarte e redatora de programação infantil da TV Manchete, em 1997, e da TV Globo, em 2000. Seus últimos espetáculos foram O Milagre do Santinho Desconfiado (2009), que teve 6 indicações ao Prêmio Zilka Salaberry, a montagem de Macunaíma, para crianças.

 

"...um espetáculo infantil que além de belo e emocionante, traz uma enorme profundidade nas diversas camadas que podem ser lidas nesse texto, além da capacidade de despertar em cada um de nós um olhar mais generoso com quem está ao nosso redor."

 Renato Mello - Botequim Cultural - 2015

 

DAYSE POZATO  -  ATRIZ

É atriz e bailarina, formada pela escola de Angel Vianna. Já fez mais de 20 espetáculos entre dramas, comédias, clássicos e musicais, trabalhando com Jorge Dória, João Bethencourt, Luis Arthur Nunes, Bia Lessa, Jaqueline Laurence, entre outros.

Entre seus espetáculos estão: “A Vida Como Ela É”, “Tragédias Cariocas para Rir”, “Fosco Aveludado Canta Viva Barcos”, “O Avarento”, “Os Amantes do Metrô”, entre outros. Com o espetáculo “TIC TAC BUUMM..." ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, no VII Festival de Teatro de Pelotas. Seu último trabalho em teatro foi “As Eruditas”, de Molière, ao lado de João Camargo e Jaqueline Laurence Em televisão atuou em “Páginas da Vida”, de Manoel Carlos. Fez vários filmes publicitários, entre eles “Kitchen”, no qual é a única protagonista e que ganhou o Leão de Prata, em Cannes, em 2005 e o Prêmio Publicitários do Ano, em 2007. Em cinema atuou nos filmes "Coisa de Mulher", “180º", "Billi Pig" e "Giovani Improta", os dois últimos, inéditos. Atualmente , integra o elenco da novela “A Vida da Gente”, na Rede Globo de Televisão."...Dayse Pozato...leva aos palcos...uma das mais comoventes atuações que tive o privilégio de assistir no teatro infantil este ano." Renato Mello - Botequim Cultural - 2015

JACYAN CASTILHO  -  ATRIZ

Atriz formada em Artes Cênicas pela UNIRIO, com Doutorado em Artes Cênicas pela UFBA e Mestrado em Teatro pela UNIRIO. Bailarina formada pela Escola Angel Vianna – RJ em 1995. Em Salvador, produziu e atuou em Um piano, o bolero e a galinha (2013), indicado ao Prêmio Braskem. Produziu e dirigiu Dias de Folia (montagem vencedora do TCA.Nucleo - 2010); A Cela (2010), pelo qual foi indicada ao Prêmio Braskem de Teatro na categoria Melhor Atriz; e A Canoa (2009). Em Salvador dirigiu ainda Canteiros de Rosa – uma homenagem a Guimarães, pelo qual foi  indicada   ao Prêmio Braskem de Teatro, na categoria Direção (2006). Com Joguete (2003), recebeu o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no X Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, em 2003. No Rio de Janeiro, dirigiu os espetáculos infanto-juvenis O mistério do barbeiro (2001) e O mensageiro das estrelas (1998), além de atuar e coreografar o infantil A lei e o rei (1995), pelo qual foi indicada ao Prêmio Mambembe e ao Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, como Melhor Atriz e Melhor Coreografia, em 1995. Como atriz, atuou em cerca de sessenta espetáculos, dentre eles A Capital Federal (1997, direção de André Paes Leme); A noite de todas as ceias (1997, direção de Jefferson Miranda); Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária (1991), Flagrantes do Rio (1989) e A geração Trianon (1988), estas três sob direção de Eduardo Wotzik; entre outros.

ALEXANDRE DAVID  -  ATOR

ator, diretor e tradutor. Com formação de interpretação, canto e dança na UniverCidade e pelo Conservatoire National Superieur d´Art Dramatique de Paris. Realizou trabalhos na Europa com Pina Bausch (espetáculo Nur Du), Ariane Mnouchkine (Théâtre du Soleil) e Alain Ollivier (O Anjo Negro) em Paris; Simon McBurney (do Théâtre de Cumplicité, de Londres); Carina Holla (Teatro Físico de Amsterdam) e com os atores da Cia. de Peter Brook: Sotigui Kouyaté, Yoshi Oida, Bruce Myers. No Brasil, trabalhou e estudou com Daniel Filho, José Padilha, Bia Lessa, Gilberto Gawronsky, Moacyr Góes, Luís Carlos Rípper, Ricardo Waddington, Dênis Carvalho, Luís Fernando Carvalho, Wolf Maya, Atilio Riccó, entre outros. Como diretor, destaca-se no espetáculo "Jozú, O Encantador de Ratos", de Hilda Hilst, com Carla Tausz, que percorreu várias cidades do Brasil. Foi indicado ao Prêmio Mambembe de Melhor Ator do Ano por sua participação na peça "A Casa da Madrinha", com o Grupo Hombú e direção de Luis Carlos Rípper. Com o diretor André Paes Leme, realizou um de seus mais importantes trabalhos no Brasil, a montagem "Pequenos Trabalhos Para Velhos Palhaços", de Matéi Visniec. Seus trabalhos mais recentes são: "O Santo Inquérito", de Dias Gomes, direção de Amir Haddad; “Ludi na Revolta da Vacina”, direção de Augusto Madeira e "Leonel Pé de Vento", direção de João Batista, ambas no Oi Futuro do Flamengo, "Vida é O Quê?", de Verônica Diaz e supervisão de Enrique Diaz.

GALERIA DE FOTOS

VÍDEO TEASER DO ESPETÁCULO 

Créditos: Sonia Moraes - Santa Terezinha Filmes. Com Dayse Pozato, Beth Lamas e Paulo Trajano

Críticas do espetáculo

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