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PROGRAMAÇÃO
JuLHo/2024
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CCBB-BH recebe temporada do espetáculo “Makeda – A Rainha da Arábia Feliz”

Com direção e dramaturgia de Allex Miranda, musical que estreia no dia 05 de julho destaca a
representatividade negra infantil feminina como símbolo de avivamento da autoestima

Matheus Alves _imatheusalves 4308.jpg

Makeda - A Rainha da Arábia Feliz conta e canta a história de uma pequena princesa africana predestinada a se tornar a grande Rainha de Sabá. Educada por seu trisavô, dentro de uma tenda os dois tecem longos diálogos onde o sábio ancestral passa à pequena importantes lições. Em especial, como usar o poder da imaginação para viajar por universos imaginários, visitar seu passado e assim superar os seus medos.
Com direção e dramaturgia de Allex Miranda, o espetáculo estreia em Belo Horizonte no dia 05 de julho no Teatro II do CCBB-BH e cumpre temporada até 29 de julho, com sessões de sexta e segunda.
Todas as sessões contarão com intérprete de Libras e recurso de audiodescrição. O espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura, Banco do Brasil e BB Asset, com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet.
Denísio Liberato, CEO da BB Asset, enfatiza o compromisso da gestora com a cultura, visando uma sociedade mais inclusiva. “Apoiar 'Makeda – A Rainha da Arábia Feliz' vai além de um patrocínio; é um ato de celebração e reconhecimento da riqueza cultural que a diversidade traz.
Nossa missão é impulsionar iniciativas que refletem e engrandecem nossa comunidade, mostrando que o valor vai além do financeiro. É assim que a BB Asset, maior gestora de recursos do Brasil, contribui para um legado de inclusão, respeito e apreciação pela arte e pela cultura em suas mais variadas formas”.
Os contos narrados pelo ancião, transcritos em um antigo pergaminho, chamado A Trilogia das Arábias, têm como personagens centrais grandes Rainhas do passado. Histórias essas que conduzem a princesa criança através de aventuras por terras desconhecidas. E é nessa
envolvente apresentação de realezas ancestrais que são transmitidos valores fundamentais para reinar com sabedoria toda a Arábia Feliz. No elenco estão Ella Fernandes, Graciana Valladares, Lucas da Purificação e Thiago Justino. A direção musical é de Maíra Freitas e a direção de produção é de Bruno Mariozz.
Com dramaturgia inspirada nas raízes das culturas africanas ancestrais, Makeda – A Rainha da Arábia Feliz traz como protagonista uma menina preta, em formação de sua personalidade, possibilitando a criação de novos arquétipos positivos no imaginário coletivo. Mais que levar ao público uma construção cênica bem elaborada, com texto e trilha sonora originais, a peça espelha um reflexo semelhante aos traços étnicos/raciais/ancestrais do povo preto.

SERVIÇO:

Datas: de 05 a 29 de julho, de sexta a segundaDias e Horários: sextas e segundas, às 19h/ sábados e domingos às 17h

Local: Teatro II - Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte

Endereço: Praça da Liberdade, 450 - Funcionários - Belo Horizonte - MG

Ingressos: R$30 inteira e R$15 meia

Vendas: pelo site ccbb.com.br/bh e pela bilheteria do CCBB BH

Classificação indicativa: livre

Duração: 60 minutos

 

*Acesso para pessoas com necessidades especiais, todas as sessões com audiodescrição e libras.

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Musical LECI BRANDÃO - NA PALMA DA MÃO, que celebra a vida da artista faz circulação em Arenas Culturais da cidade do Rio de Janeiro GRATUITAMENTEno mês de julho de 2024.

 

Vencedor do Prêmio Shell de Teatro na categoria “Direção”

 

Alberto Mauricio _albertomauriciofoto IMG_3643-60.jpg

Nome incontornável da música brasileira, compositora e intérprete de mão cheia, Leci Brandão é uma mulher à frente do seu tempo, pioneira em tudo o que tem feito em quase meio século de carreira. Primeira mulher a integrar a Ala de Compositores da Mangueira, e segunda mulher negra a ser eleita para a Assembleia Legislativa de São Paulo, Leci assumiu a homoafetividade publicamente no fim dos anos 70, em entrevista ao jornal Lampião da Esquina, e, alguns anos depois, rompeu com a gravadora multinacional por não aceitar abrandar as letras contestadoras. É autora de sucessos atemporais como Papai vadiou, Isso é fundo de quintal, Essa tal criatura, Ombro amigo e Zé do Caroço, este último regravado por artistas tão diversos como Seu Jorge, Anitta, Mariana Aydar, Grupo Revelação e a banda de rock Canto Cego.

Para reverenciar a vida e a obra de Leci Brandão, o diretor Luiz Antonio Pilar leva o musical Leci Brandão - Na Palma da Mão, com texto do jornalista e escritor Leonardo Bruno, para apresentações gratuitas nas zonas Norte, Oeste e Centro entre os meses de junho e julho nas seguintes datas:


29/6, às 19h • Areninha Terra, Guadalupe
5/7, às 19h • Areninha Gilberto Gil, Realengo
6/7, às 16h • MUCAHB - Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira, Centro
12/7, às 19h • Arena Abelardo Barbosa, Pedra de Guaratiba
14/7, às 18h • Arena Dicró, Penha
19/7, às 19h • Areninha Hermeto Pacoal, Bangu
20/7, às 20h • Areninha João Bosco, Vista Alegre
21/7, às 19h • Arena Jovelina Pérola Negra, Pavuna

Este projeto é contemplado pelo edital Pró-Carioca, programa de fomento à cultura carioca, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

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MÃE DE SANTO


Com Vilma Melo, monólogo criado a partir de textos e relatos da filósofa Helena
Theodoro celebra papel fundamental e sagrado da mulher negra.

O espetáculo irá realizar uma circulação através do Edital SESC Pulsar 2024

 

Baseado em textos e relatos da filósofa Helena Theodoro celebra o papel fundamental e sagrado da mulher negra, o espetáculo Mãe de Santo retorna aos palcos do Rio de Janeiro, numa circulação pelos SESCs no interior do Estado do Rio de Janeiro, em 2024. 

Ressignificar e enaltecer o poder da mulher preta na condução de suas comunidades é o grande mote do monólogo “Mãe de santo”. A montagem já diz a que veio ao escalar Vilma Melo, primeira atriz negra a vencer o Prêmio Shell (2017), para interpretar uma e, ao mesmo tempo, várias mulheres pretas. No Rio de Janeiro, o monólogo já passou pela Casa de Cultura Laura Alvim, Teatros Ipanema e Glauce Rocha. Além da temporada carioca, o espetáculo se apresentou no Festival Mindelact, que acontece há 22 anos, em Cabo Verde, no FESTIVAL FESTIJ, em Angola, e no Teatro da Cia do Chapitô, em Portugal.
A peça “Mãe de santo” traz um posicionamento firme e de orgulho das histórias contadas e passadas por gerações e documentando como as mulheres afro-brasileiras são diálogos, corpos sagrados e que utilizam o homem como complemento de suas narrativas e vivências. Com direção geral de Luiz Antonio Pilar, o espetáculo foi escrito pela autora teatral Renata Mizrahi a partir de textos e relatos da filósofa, escritora e professora Helena Theodoro, que celebrou seus 80 anos em 2023.
“Mãe de santo representa pra mim as mil possibilidades da mulher preta, que dá asas à imaginação, mostrando musicalidade, poesia, espiritualidade, habilidade e maternidade desde muito tempo. Ser mãe de santo é ser mãe do mundo, cuidando de gente de ontem – seus ancestrais – ou de hoje – sua família, amigos, parceiros –, preservando o mundo para um amanhã mais pleno, transformado pelo elo de afeto entre as pessoas, pela arte e por toda a beleza que um olhar doce e meigo pode oferecer. Mãe de santo é mulher que se orgulha de suas histórias e identidades, entendendo que nada é mais profundo do que a pele preta que traz em seu corpo e ilumina sua alma”, afirma Helena Theodoro.
“Mãe de santo” é para além do arquétipo, das vestimentas e acessórios característicos da religião. O espetáculo mostra que essas mulheres também vivenciam o particular – carregam tristezas, perdas, felicidades, medos, angústias e papéis importantes na sociedade. Apesar de estereotipadas, essas figuras religiosas são plurais e, muitas vezes, não recebem o acolhimento de que necessitam. Mas, mesmo assim, ressignificam suas histórias em prol do viver individual e do coletivo existentes nas comunidades que lideram. Com “Mãe de santo”, a atriz Vilma Melo foi indicada aos prêmios APTR 2022 e Shell 2023 na categoria “Melhor Atriz”. “Esse espetáculo é a expressão da minha felicidade e do meu compromisso com nossa ancestralidade. Um projeto que nasce em 2018, após a descoberta do Alzheimer da minha avó materna Maria (que é mãe de santo) e da reconexão com a minha fé, que me permitiu vislumbrar esta montagem trazendo à cena histórias de tantas mulheres que admiro, que me inspiram e me orientam”, revela o idealizador e produtor Bruno Mariozz.
No traço da materialidade, as mães podem ser vistas como depósitos para desenvolvimento de outros seres. Elas geram, criam e educam com o intuito de integrar a sociedade. Já na não materialidade, a mulher é cabaça, que contém e é contida por representar a vida. A ancestralidade dessas mulheres pretas empodera o cotidiano, os estudos, a família, a carreira profissional, a posição social, e ainda fortalece o enfrentamento do racismo diário.

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SERVIÇO:

12/07 | Ramos | Espaço Multiuso | 19h

13/07 | Teresópolis | Teatro | 19:30h

20/07 | Nova Friburgo | Teatro | 19h

27/07 | Madureira | Teatro | 16h

02/08 | Niterói | Teatro | 19h

03/08 | São Gonçalo | Teatro | 19h

08/08 | Barra Mansa | Teatro

17/08 | Nova Iguaçu | Teatro | 19h

23/08 | Campos | Teatro | 20h

31/08 | São João de Meriti | Teatro | 19h

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